Posts de Janeiro, 2008|Página de posts mensais

Déficit habitacional em Londrina é de 5 mil moradias

Londrina enfrenta hoje um déficit habitacional de cerca de 5 mil moradias para uma população que ganha até 6 salários mínimos/mês. Este é o número divulgado pelo presidente da Companhia de Habitação de Londrina (Cohab-Ld), Carlos Eduardo de Afonseca e Silva. Um documento da Cohab datado de 2005 e localizado no site da Prefeitura aponta que o déficit era de mais 10 mil casas para uma população que ganha até três salários mínimos/mês. O número é calculado pela quantidade de pessoas inscritas nos programas habitacionais do Município. Maringá, com uma população de quase 330 mil habitantes, enfrenta um déficit de 15 mil moradias, segundo o secretário municipal de Políticas Urbanas e Meio Ambiente, Jurandir Guatassara Boeira. 

Indústria de materiais de construção cresce 15,47%

O faturamento da indústria de materiais de construção, segundo o índice de vendas da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), apresentou crescimento de 15,47% em relação ao ano de 2006. O resultado em dezembro foi de 18,46% ante o mesmo período do ano passado.Em relação a novembro de 2007, o faturamento das vendas internas apresentou queda de 10,23%. A expansão das vendas no mercado interno, observado em dezembro e o acumulado do ano, tiveram contribuição maior do desempenho das vendas dos materiais de base do que dos materiais de acabamento. Para 2008, a previsão da entidade é de haja um crescimento de 12% em relação a 2007.

Construção Civil vai gerar 1 milhão de empregos em 2008

A CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) prevê que a taxa de investimento no setor deve ficar acima de 20% neste ano e que 1 milhão de empregos serão gerados, como resultado dos investimentos de R$ 18 bilhões previstos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), segundo o OGU (Orçamento Geral da União) para este ano.

De acordo com a CBIC, o mercado imobiliário viveu um momento de expansão sem precedentes em 2007.

A confirmação vem com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que apontam o segmento como o grande destaque na geração de empregos formais em 2007. Segundo foi divulgado, o setor teve um saldo recorde de 176.755 empregos gerados, o que representou uma expansão de 13,08%. Isso representou mais do que o dobro dos índices alcançados pelo comércio (6,5%), indústria de transformação (6,1%), serviços (5,3%) e está acima da média de crescimento de vagas formais em todo o Brasil (5,85%).

São Paulo foi o Estado que registrou o maior número de contratações no ano passado, com 65.926 trabalhadores formais.

Construção ganha Câmara em Santa Catarina

A Federação das Indústrias de Santa Catarina oficializou na última sexta-feira (25) a criação da Câmara de Desenvolvimento da Indústria da Construção. A portaria que criou o órgão foi aprovada pela manhã na reunião de diretoria da Federação, e à tarde foi realizada a primeira reunião da nova câmara especializada da FIESC, presidida por Hélio Bairros, que também está à frente do Sindicato da Indústria da Construção Civil da Grande Florianópolis. Para o presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa, o novo fórum fortalecerá o setor. “A Câmara conta com a estrutura do Sistema FIESC e este é um grande ganho para um segmento importante da economia”, disse.

O setor da construção responde por 4,7% do Produto Interno Bruto de Santa Catarina. O estado tem 5.430 empresas registradas e 49.907 trabalhadores atuando na construção civil, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério do Trabalho.

Cresce produção brasileira de aço

O Brasil produziu 33,784 milhões de toneladas de aço bruto no ano passado, um aumento de 9,3% sobre o volume produzido em 2006, de acordo com dados preliminares divulgados pelo Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) na última sexta-feira. Foi a maior produção da história da siderurgia brasileira. O recorde anterior era de 2004, quando o País produziu 32,9 milhões de toneladas de aço bruto.

A produção de produtos laminados cresceu 9,1% no ano, alcançando 25,578 milhões de toneladas. Já a produção de aço semi-acabado (placas, lingotes, barras e tarugos) teve retração de 1,2% em relação a 2006, chegando a 6,004 milhões de toneladas.

Lâmpadas fluorescentes ajudam a salvar o planeta

Um dos pontos de destaque das ações do setor da construção civil para a economia de energia tem sido a insistência na substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescentes. A redução do consumo nesse campo tem impacto positivo sobre o meio ambiente, na medida em que são minimizadas – ou ao menos desaceleradas – as necessidades de geração de energia.

A Austrália pretende acabar com a venda de incandescentes até 2010 e proibir a comercialização de lâmpadas que não cumpram as metas de economia de energia. O Canadá deve banir a venda das lâmpadas tradicionais até 2012, como parte do plano de diminuir em 20% a emissão de gás do efeito estufa até 2020. Na Venezuela, o Governo substituiu 53 milhões de lâmpadas incandescentes por fluorescentes em mais de 95% dos domicílios. Já nos Estados Unidos, as ações acontecem isoladamente, em alguns Estados como a Califórnia, que trabalha para interromper a venda de incandescentes até 2012, além de Hawai e New Jersey, cujas legislações propõem substituir as lâmpadas tradicionais pelas fluorescentes em prédios públicos até 2010.

No Brasil, tramita no Congresso um Projeto de Lei proposto pelo deputado Arnon Bezerra (PTB/CE), de maio de 2007, que prevê a proibição da fabricação, importação e comercialização em todo o país de lâmpadas incandescentes a partir de 2010.

Goiás não é beneficiado com FNHIS

No último dia 11, o Ministério das Cidades divulgou a relação de municípios a serem contemplados com recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), para o exercício de 2008. Em Goiás, serão beneficiadas 24 cidades na modalidade Novas Construções, recebendo apenas 15,3 milhões de reais. Com esses recursos, deverão ser beneficiadas menos de 700 moradias. Goiás está recebendo 3,4% de todo o recurso nacional para essa modalidade, 450 milhões de reais. Se fizermos uma projeção linear de atendimento de 700 famílias/ano, e um déficit habitacional hoje superior a 130 mil famílias, precisaríamos de mais de 185 anos para zerar esse déficit, sem se falar no crescimento vegetativo da população nos próximos anos. Em outra modalidade, como Programa Melhoria de Assentamentos Precários, ou seja, urbanização de favelas, apenas três municípios goianos receberão em 2008, R$ 8,7 milhões, o que representa 2,17% do total dos R$ 400 milhões de todo o país.

Dicico quer dobrar seu faturamento em 2008

Com a meta de faturar neste ano R$ 750 milhões, a Dicico, que em 2007 teve um faturamento de R$ 450 milhões, é uma das redes mais otimistas do setor de Material de Construção. A empresa anunciou que, em 2008, pretende abrir 30 novas lojas das quais 10 devem ser num formato menor, principalmente em cidades do interior na região de Campinas, São José do Rio Preto e Taubaté.

Para sustentar a ampliação nessas regiões, a rede investiu em tecnologia e logística.

Consumidores têm mais intenção de comprar

Segundo pesquisa realizada pelo Programa de Administração de Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), os consumidores paulistanos pretendem comprar mais no primeiro semestre de 2008. De acordo com o estudo, feito com 500 consumidores na cidade de São Paulo, 56,6% dos entrevistados pretendem realizar compras de bens duráveis entre janeiro e março de 2008.  No mesmo período de 2007, 45,2% tinham a intenção de adquirir algum produto desse segmento. Ainda de acordo com a pesquisa deste ano, o segmento de cine e foto  registrou o maior percentual das intenções de compra dos consumidores, de 12,4%. Material de construção e informática também foram destaque na lista de opções de compra dos entrevistados, respondendo respectivamente por 7,8% e 7,6% do total da lista, que inclui também eletroportáteis, cama mesa e banho, móveis, automóveis e motos.O aumento dos prazos de pagamentos e a redução das taxas de juros pelo comércio são apontados como principais justificativas para o aumento da intenção de compras.

Paraná começa o ano com mais de mil obras

O secretário de Obras Públicas do Paraná, Júlio Araújo Filho, informou que o Governo do Estado deve fechar o primeiro semestre deste ano com mais de mil obras em andamento. São serviços que estão gerando 15 mil empregos formais no setor da Construção Civil e que vão injetar R$ 400 milhões na economia paranaense.O índice de empregos gerados pelas obras do governo estadual será 50% superior ao verificado em 2007, quando cerca de 10 mil operários estiveram envolvidos com as obras contratadas pela Seop – Secretaria Estadual de Obras Públicas.

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